Por Pedro Leonardo
O que vem a seguir é extremamente pessoal. Pode ser
considerado até emocional. Acredito até que não vai agradar a maioria, mas
confesso que não é a minha maior preocupação.
Aqui, no Ecos do JUCS, falamos, e muito bem por sinal, de uma série de coisas.
Preparação do futsal, os multiatletas da ECO, nossos treinadores, os treinos
do handebol, o possível tricampeonato do basquete feminino e por aí vai. Achei
que havia uma pauta faltando, mas preferi não dar a ideia por pensar que seria
negada logo de cara. Não fui neste JUCS – estive nos dois primeiros – mas ainda
neste domingo já acompanhava diversos relatos sobre os jogos. E a pauta que
passou pela cabeça pareceu se consolidar.
Os campeões gerais do JUCS mudaram nas três edições. Duas universidades
levantaram o troféu de Melhor Torcida. Mas pela vivência e relatos uma coisa
não mudou: a presença de participantes do BDG.
É bem provável que depois da frase acima muita gente tenha
fechado a página, mas eu sigo em frente.
Lembro que no primeiro JUCS grande parte da delegação olhou
com desconfiança. Alguns integrantes do Bonde não eram bem vistos na faculdade
e o sentimento em determinados casos pode ter acabado sendo estendido a todos. Cerveja
daqui, cerveja de lá, um megafone e lá estavam as camisas tricolores no meio do
mar laranja. Era apertar um botão, uma musiquinha irritante e todo mundo
respondia com aquele “ÔÔÔÔÔÔ”. Ou então as “fritadas” proporcionadas por este
mesmo megafone.
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| BDG e agregados na insquecível Caxanga, em 2013 |
No segundo ano de Jogos, um pouco mais de aceitação. Mas com
menos integrantes e numa casa longe do resto da delegação, a integração ficou
extremamente comprometida. Mas a galera estava lá pra beber e zoar,
independente do resto. O espírito da gasta se apossou dos outros integrantes da
casa. Foi bomba que fez cair a luz da casa, fumaça laranja nos jogos, algumas
dispersadas, outras “muriladas” e até mesmo avalanche à la Boca Juniors no
ginásio... o BDG parecia novamente o ponto fora da curva na delegação. Ainda
assim, no meio da torcida a galera berrou e se esforçou para animar a torcida.
Teve até talibã torcendo.
Dessa vez, como já dito acima, eu não estava lá. Mas ao que
parece a ideia de integrantes do grupo acabou por motivar e animar a torcida. A
ECOlombia e seus cheiradores de pó. Mesmo com quase todos formados, o BDG ainda
está lá. A gasta não pode parar.
Só pra deixar bem claro que eu não estou aqui para desmerecer
ninguém. Tem muita gente que pensa e faz a torcida da ECO ser boa do jeito que
é. É uma crônica, quase um romance escrito por um dos BDG’s. A questão aqui é
ter sempre esse espírito, zoar do começo ao fim e ser mais um ecoíno ali no
meio. Se não dá pra ser amigo e ter uma unidade durante o período letivo, que
seja assim pelo menos nos Jogos.
Por mais brincadeiras, por mais BDG no JUCS em 2015.
Por mais brincadeiras, por mais BDG no JUCS em 2015.


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